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bokeh

passo a vida desfocado

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passo a vida desfocado

MIRRORLESS - CONCLUSÃO

gosto muito de me propor a fazer coisas para as quais não tenho ideia nenhuma como se fazem, sobretudo quando não tenho conhecimento técnico aprofundado......sim, estou-me a referir a esta comparação entre mirrorless micro quatro-terços e uma dslr full-frame......no fundo, eu gosto é de mandar bitaites!

 

bem, vamos lá tentar acabar com isto....

 

o interesse de uma fotografia é, na maior parte dos casos, subjectivo, pelo que não me interessa agora expor o quer que seja sobre esse ponto.

o que me importa, neste contexto, é o contributo que determinado sistema pode dar à "qualidade técnica" da imagem para se alcançar o resultado idealizado.

mais do que palavras (até porque isto é um espaço de fotografia), deixemos as fotos expressarem tudo o que vos quero dizer porque não tenho paciência e tempo para escrever.

 

ficha técnica :)

as fotos do comparativo foram tiradas ao mesmo tempo, com a temperatura definida para cinco mil e setecentos kelvin, iso cem, distância focal a trinta e cinco milímetros e abertura a dois ponto dois.

do lado esquerdo do ringue temos a "fininha", uma panasonic lumix dmc-lx cem | sensor micro quatro-terços 

do lado direito o peso pesado, uma nikon d oitocentos | sensor trinta e cinco milímetros - full frame (a lente utilizada foi uma sigma art trinta e cinco milímetros)

 

imagem original

comparacao original.jpg

 

imagem editada em lightroom cc - exposição aumentada em uma unidade e as sombras aumentadas em cem unidades

comparacao exp 1 e sombras 100.jpg

 

detalhe das imagens em cima após edição

comparacao ampliado.jpg

 

como se torna evidente neste exemplo, sensores de menor dimensão não conseguem captar/guardar convenientemente a informação dos detalhes e cor (têm menor alcance dinâmico), nas zonas sub ou sobre-expostas à luz, que se poderiam recuperar em pós-produção, perdendo-se assim a possibilidade de usar determinada fotografia.

esta impossibilidade de reter informação prende-se muito com o tamanho dos pixeis e por isso é improvável que melhorias significativas surjam em sensores pequenos.

é até curioso verificar que algumas gigantes da fotografia estão agora a dar passos no sentido de tornar menos dispendioso o sensor de médio-formato, um-ponto-sete vezes maior que o sensor full frame, para com isso continuar a baixar os preços do full frame e conseguir manter o interesse de progressão dos amadores nos dois sistemas, que são o grosso dos consumidores. 

além da questão do alcance dinâmico existem outros pontos, considero eu, negativos, tal como a profundidade de campo (que permite controlar a separação entre o ponto de interesse e a envolvência), e a menor dimensão da imagem, que limita mais o tamanho das impressões mas também reduz a possibilidade de recortar a foto e ainda assim obter uma imagem com boa definição.

 

colocando tudo nos pratos da balança, não hesito dizer que na comparação entre os equipamentos aqui revistos a minha preferência recai sobre a pesada dslr......contudo, se a comparação fosse entre uma mirrorless e dslr ambas com o mesmo sensor fico com a forte sensação de que optaria pela mirrorless.

 

avaliação da qualidade de imagem:

mirrorless **

dslr *****

 

avaliação geral dos sistemas revistos:

mirrorless ***

dslr ****

 

ficam mais umas fotos avulso, da "fininha" para vossa avaliação!

 

avulso fininha-4.jpg

avulso fininha-5.jpg

avulso fininha-11.jpg

avulso fininha-12.jpg

avulso fininha-13.jpg

avulso fininha-14.jpg

avulso fininha-15.jpg

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avulso fininha.jpgavulso fininha-7.jpg

Leiria PAN-15.jpg

Leiria PAN-16.jpg

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Leiria PAN-24.jpg

Leiria PAN.jpg

  

MIRRORLESS - FLEXIBILIDADE

antes de seguirmos para o algarve parámos em lisboa para levar o mini-macho, numa visita rápida utilizando os (irritantes) tuk-tuk, a alguns pontos interessantes da nossa bela capital.

como toda a gente sabe, um dos pontos mais interessantes nesta cidade é a.......colorfoto :)  que é uma espécie de casino para os amadores de fotografia e gadgets, porque sempre que um gajo sai de lá com os bolsos vazios diz sempre que é a última vez....

 

continua em baixo.

 

 

Lisboa-2.jpg

Lisboa-3.jpg

Lisboa-4.jpg

Lisboa-6.jpg

Lisboa-8.jpgLisboa-7.jpg

Lisboa-9.jpg

Lisboa-10.jpg

Lisboa-11.jpg

Lisboa-13.jpg

Lisboa.jpg

 

já com a "fininha" na mão, este passeio acabou de servir para a estreia da mesma e foi providencial para testar a sua flexibilidade.

quando penso em flexibilidade penso na "qualidade de entrega" de imagens desde o retrato à paisagem, fotografia com luz natural à artificial, dos menus e comandos para operar a máquina, da rapidez de zoom, da disponibilidade de lentes para diferentes propósitos and so on and so on.

como eu opero as máquinas em modo manual é determinante que ajustes de abertura, velocidade de obturação, velocidade iso, ajuste de temperatura, compensação de exposição, zoom e focagem sejam bastante directos e intuitivos, afim de alterar rapidamente parâmetros e, assim, minimizar a perda de boas imagens, o que numa situação como a que me encontrava, em família (com uma criança que tem super velocidade de gato....esta só os pais entendem), e a visitar uma cidade que tão depressa nos encontramos numa rua apertada e escura como de repente nos aparece um miradouro com vista desafogada e luz fantástica, é fundamental.

a maioria das mirrorless permite mudar a lente mas a minha é de zoom, eléctrico, fixa.....e que é um bocado lenta! 

apesar de não me ter impossibilitado de captar as fotografias que quis estou certo de que numa situação mais desafiante, como com animais, veículos rápidos e outras situações de acção ou inesperadas, este tipo de lente não é adequada.

por outro lado, o facto de ser fixa evita que o sensor fique exposto e, assim, ganhe sujidade, o que com aberturas maiores, por exemplo f-dezasseis, será bem evidente na fotografia.

os restantes comandos, neste modelo, são bastante intuitivos. aliás, a maior parte do modelos de diferentes marcas que considerei comprar dispunham de "rodas" de velocidade de obturação e compensação de exposição, o que não é tão comum nas dslr's actuais.

o ajuste iso é, também neste modelo, bastante directo e ainda bem, porque a qualidade de imagem em iso's elevados deixou-me surpreendido considerando a dimensão do sensor. obviamente que não chega à qualidade de um bom sensor full frame mas como esse tipo de sensores se encontra também nas mirrorless é então um ponto bastante abonatório para este sistema.

um ponto que não joga tanto a favor é a disponibilidade de lentes. sem dúvida que nos últimos anos se têm desenvolvido muitas lentes para estes sistemas mas as opções de qualidade são ainda limitadas, sobretudo quando se pensa tele-objectivas ou lentes mais técnicas como por exemplo as "tilt-shift".

concluindo, tirando situações muito especificas, não encontro razões para dizer que um sistema é muito mais flexível do que o outro. diria mesmo que as mirrorless ganham alguma vantagem para quem é amador e faz fotografia genérica ou até mesmo para profissionais, como foto-jornalistas. 

conclusão e classificação (de uma a cinco estrelas), sobre este ponto:

mirrorless ****

dslr ****

 

MIRRORLESS - COMODIDADE

só agora me dei conta que tirei umas fotos com a "fininha" no parque da ria formosa, em marim.

realmente a visita ao parque correu muito bem.

desde logo, lembrei-me de arrastar a família para caminhar no parque ao meio-dia com quarenta graus à sombra, e sem nada no bucho.

depois, evento raro, o mini-macho lembrou-se de abrir o berreiro quando entrámos e de o fechar quando saímos, razão pela qual não se vê qualquer pássaro nas fotos......tudo o que voava bateu asa p'ra bem longe dali!

 

seguindo então com a minha opinião da máquina e da qualidade "técnica" das fotos, que iniciei no post anterior, vou abordar neste a ergonomia e comodidade.....em baixo

 

 

Parque Ria Formosa-5.jpg

 

Parque Ria Formosa.jpg

 

Parque Ria Formosa-6.jpg

 

Parque Ria Formosa-4.jpg

 

Parque Ria Formosa (1)-3.jpg

 

Parque Ria Formosa-2.jpg

 

Parque Ria Formosa-8.jpg

 

pontos importantes a referir:

> a comparação do novo equipamento será feita com uma nikon dslr full frame semi-profissional (tecnologia de dois-mil-e-catorze), que permite mudar de lentes;

> o novo equipamento (tecnologia de finais de dois-mil-e-catorze), tem um sensor micro quatro-terços, tendo cerca de um quarto da área de um full frame, e a lente zoom fixa é equivalente no sistema full frame a vinte-e-quatro para setenta milímetros com abertura de um-ponto-sete a dois-ponto-oito. o sensor e a lente estão montados num corpo da panasonic, modelo lumix lx cem.

 

 

muitas fotos só acontecem porque há espaço para levar a máquina ou porque esta não se torna um incomodo de carregar.

neste ponto é difícil de argumentar a favor das dslr's porque o sistema de espelho fará delas sempre mais volumosas, mais pesadas e, consequentemente, menos comodas e discretas, acabando assim por ficar muitas vezes na prateleira.

já sobre a ergonomia, como encaixa na mão e se equilibra, a minha preferência recai sobre a dslr, devido à maior área de aderência/contacto com a mão.

as mirrorless são, frequentemente, corpos demasiado pequenos para segurar com firmeza sendo por isso quase indispensável acoplar um "grip" ao corpo para evitar que escorregue da mão.

além disso, em equipamentos com lentes intermutáveis, o equilíbrio entre corpo e lentes é na maioria dos casos melhor na dslr, tornando-se assim mais ergonómico.

conclusão e classificação (de uma a cinco estrelas), sobre este ponto:

que se quilhe o equilíbrio, eu cá prefiro andar leve

mirrorless ****

dslr **

 

próximo post: flexibilidade

 

 

 

MIRRORLESS

dantes (gosto muito de usar esta palavra), quando um gajo andava com uma máquina fotográfica grande ao ombro as gajas ficavam todas malucas, rodeavam-no e começavam-se a despir.....e pronto, convivia-se um pouco.

passados vinte anos, esse mesmo gajo com máquina idêntica não deve engatar mais do que objectivas no corpo da máquina.

faço aqui um parêntesis para uma declaração de interesses, e para bem do meu matrimonio: a cena acima descrita é ficcional e em momento algum o autor deste blog se viu metido em tais ramboias.

continuando, sendo então démodê andar com (d)slr's, decidi comprar uma daquelas máquinas pequeninas que estão na moda, as chamadas "mirrorless", para compreender se mudo de sistema ou se volto aos pesos pesados.

será que a redução de peso e a lente zoom fixa (foi uma opção mas a maioria permite trocar de lente), compensam a perda de qualidade "técnica" da imagem?

dentro de quatro ou cinco posts, todos com fotos do peso pluma, partilho a minha opinião!!....no one cares a shit but i'll give it anyway :) 

 

Ilha do Farol.jpg

 

Ilha do Farol (1).jpg

 

Ilha do Farol-2.jpg

 

Ilha do Farol-3.jpg

 

Ilha do Farol-4.jpg

 

Ilha do Farol-6.jpg

 

Ilha do Farol-7.jpg

 

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Ilha do Farol-10.jpg

 

Ilha do Farol-11.jpg

 

 

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